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Gravidez na Adolescência

A gravidez precoce é uma das ocorrências mais preocupantes relacionadas à sexualidade da adolescência, com sérias conseqüências para a vida dos adolescentes envolvidos, de seus filhos que nascerão e de suas famílias.
A incidência de gravidez na adolescência está crescendo e, nos EUA, onde existem boas estatísticas, vê-se que de 1975 a 1989 a porcentagem dos nascimentos de adolescentes grávidas e solteiras aumentou 74,4%. Em 1990, os partos de mães adolescentes representaram 12,5% de todos os nascimentos no país. Lidando com esses números, estima-se que aos 20 anos, 40% das mulheres brancas e 64% de mulheres negras terão experimentado ao menos 1 gravidez nos EUA .
No Brasil a cada ano, cerca de 20% das crianças que nascem são filhas de adolescentes, número que representa três vezes mais garotas com menos de 15 anos grávidas que na década de 70, engravidam hoje em dia (Referência). A grande maioria dessas adolescentes não tem condições financeiras nem emocionais para assumir a maternidade e, por causa da repressão familiar, muitas delas fogem de casa e quase todas abandonam os estudos.
A Pesquisa Nacional em Demografia e Saúde, de 1996, mostrou um dado alarmante; 14% das adolescentes já tinhas pelo menos um filho e as jovens mais pobres apresentavam fecundidade dez vezes maior. Entre as garotas grávidas atendidas pelo SUS no período de 1993 a 1998, houve aumento de 31% dos casos de meninas grávidas entre 10 e 14 anos. Nesses cinco anos, 50 mil adolescentes foram parar nos hospitais públicos devido a complicações de abortos clandestinos. Quase três mil na faixa dos 10 a 14 anos.

Segundo Maria Sylvia de Souza Vitalle e Olga Maria Silvério Amâncio, da UNIFESP, quando a atividade sexual tem como resultante a gravidez, gera conseqüências tardias e a longo prazo, tanto para a adolescente quanto para o recém-nascido. A adolescente poderá apresentar problemas de crescimento e desenvolvimento, emocionais e comportamentais, educacionais e de aprendizado, além de complicações da gravidez e problemas de parto. É por isso que alguns autores considerem a gravidez na adolescência como sendo uma das complicações da atividade sexual.
Ainda segundo essas autoras, o contexto familiar tem uma relação direta com a época em que se inicia a atividade sexual. As adolescentes que iniciam vida sexual precocemente ou engravidam nesse período, geralmente vêm de famílias cujas mães se assemelharam à essa biografia, ou seja, também iniciaram vida sexual precoce ou engravidaram durante a adolescência.
O comportamento sexual do adolescente é classificado de acordo com o grau de seriedade. Vai desde o “ficar” até o namorar. “Ficar” é um tipo de relacionamento íntimo sem compromisso de fidelidade entre os parceiros. Num ambiente social (festa, barzinho, boate) dois jovens sentem-se atraídos, dançam conversam e resolvem ficar juntos aquela noite. Nessa relação podem acontecer beijos, abraços, colar de corpos e até uma relação sexual completa, desde que ambos queiram. Esse relacionamento é inteiramente descompromissado, sendo possível que esses jovens se encontrem novamente e não aconteça mais nada entre eles de novo.
Em bom número de vezes o casal começa “ficando” e evoluem para o namoro. No namoro a fidelidade é considerada muito importante. O namoro estabelece uma relação verdadeira com um parceiro sexual. Na puberdade, o interesse sexual coincide com a vontade de namorar e, segundo pesquisas, esse despertar sexual tem surgido cada vez mais cedo entre os adolescentes. O adolescente, impulsionado pela força de seus instintos, juntamente com a necessidade de provar a si mesmo sua virilidade e sua independente determinação em conquistar outra pessoa do sexo oposto, contraria com facilidade as normas tradicionais da sociedade e os aconselhamentos familiares e começa, avidamente, o exercício de sua sexualidade.
Há uma corrente bizarra de pensamento que pretende associar progresso, modernidade, permissividade e liberalidade, tudo isso em meio à um caldo daquilo que seria desejável e melhor para o ser humano. Quem porventura ousar se contrapor à esse esquema, corre o risco de ser rotulado de retrógrado. As pessoas de bom senso silenciam diante da ameaça de serem tidas por preconceituosas, interessando à cultua modernóide desenvolver um cegueira cultural contra um preconceito ainda maior e que não se percebe; aquele que aponta contra pessoas cautelosas e sensatas, os chamados “conservadores”, uma espécie acanhada de atravancador do progresso.
As atitudes das pessoas são, inegavelmente, estimuladas e condicionadas tanto pela família quanto pela sociedade. E a sociedade tem passado por profundas mudanças em sua estrutura, inclusive aceitando “goela abaixo” a sexualidade na adolescência e, conseqüentemente, também a gravidez na adolescência. Portanto, à medida em que os tabus, inibições, tradições e comportamentos conservadores estão diminuindo, a atividade sexual e a gravidez na infância e juventude vai aumentando.
Adolescência e Gravidez
A adolescência implica num período de mudanças físicas e emocionais considerado, por alguns, um momento de conflitivo ou de crise. Não podemos descrever a adolescência como simples adaptação às transformações corporais, mas como um importante período no ciclo existencial da pessoa, uma tomada de posição social, familiar, sexual e entre o grupo.
A puberdade, que marca o início da vida reprodutiva da mulher, é caracterizada pelas mudanças fisiológicas corporais e psicológicas da adolescência. Uma gravidez na adolescência provocaria mudanças maiores ainda na transformação que já vinha ocorrendo de forma natural. Neste caso, muitas vezes a adolescente precisaria de um importante apoio do mundo adulto para saber lidar com esta nova situação.
Porque a adolescente fica grávida é uma questão muito incômoda aos pesquisadores. São boas as palavras de Vitalle & Amâncio (idem), segundo as quais a utilização de métodos anticoncepcionais não ocorre de modo eficaz na adolescência, inclusive devido a fatores psicológicos inerentes ao período da adolescência. A adolescente nega a possibilidade de engravidar e essa negação é tanto maior quanto menor a faixa etária.
A atividade sexual da adolescente é, geralmente, eventual, justificando para muitas a falta de uso rotineiro de anticoncepcionais. A grande maioria delas também não assume diante da família a sua sexualidade, nem a posse do anticoncepcional, que denuncia uma vida sexual ativa. Assim sendo, além da falta ou má utilização de meios anticoncepcionais, a gravidez e o risco de engravidar na adolescente podem estar associados a uma menor auto-estima, à um funcionamento familiar inadequado, à grande permissividade falsamente apregoada como desejável à uma família moderna ou à baixa qualidade de seu tempo livre. De qualquer forma, o que parece ser quase consensual entre os pesquisadores, é que as facilidades de acesso à informação sexual não tem garantido maior proteção contra doenças sexualmente transmissíveis e nem contra a gravidez nas adolescentes.
Uma vez constatada a gravidez, se a família da adolescente for capaz de acolher o novo fato com harmonia, respeito e colaboração, esta gravidez tem maior probabilidade de ser levada a termo normalmente e sem grandes transtornos. Porém, havendo rejeição, conflitos traumáticos de relacionamento, punições atrozes e incompreensão, a adolescente poderá sentir-se profundamente só nesta experiência difícil e desconhecida, poderá correr o risco de procurar abortar, sair de casa, submeter-se a toda sorte de atitudes que, acredita, “resolverão” seu problema.O bem-estar afetivo da adolescente grávida é muito importante para si própria, para o desenvolvimento da gravidez e para a vida do bebê. A adolescente grávida, principalmente a solteira e não planejada, precisa encarar sua gravidez a partir do valor da vida que nela habita, precisa sentir segurança e apoio necessários para seu conforto afetivo, precisa dispor bastante de um diálogo esclarecedor e, finalmente, da presença constante de amor e solidariedade que a ajude nos altos e baixos emocionais, comuns na gravidez, até o nascimento de seu bebê.
Mesmo diante de casamentos ocorridos na adolescência de forma planejada e com gravidez também planejada, por mais preparado que esteja o casal, a adolescente não deixará de enfrentar a somatória das mudanças físicas e psíquicas decorrentes da gravidez e da adolescência.
A gravidez na adolescência é, portanto, um problema que deve ser levado muito a sério e não deve ser subestimado, assim como deve ser levado a sério o próprio processo do parto. Este pode ser dificultado por problemas anatômicos e comuns da adolescente, tais como o tamanho e conformidade da pelve, a elasticidade dos músculos uterinos, os temores, desinformação e fantasias da mãe ex-criança, além dos importantíssimos elementos psicológicos e afetivos possivelmente presentes.
Para se ter idéia das intercorrências emocionais na gravidez de adolescentes, em trabalho apresentado no III Fórum de Psiquiatria do Interior Paulista, em 2000, Gislaine Freitas e Neury Botega mostraram que, do total de adolescentes grávidas estudadas na Secretaria Municipal de Saúde de Piracicaba, foram encontrados: casos de Ansiedade em 21% delas, assim como 23% de Depressão. Ansiedade junto com Depressão esteve presente em 10%.
Importantíssima foi a incidência observada para a ocorrência de ideação suicida, presente 16% dos casos, mas, não encontraram diferenças nas prevalências de depressão, ansiedade e ideação suicida entre os diversos trimestres da gravidez. Tentativa de suicídio ocorreu em 13% e a severidade da ideação suicida associação significativa com a severidade depressão.
Procurando conhecer algumas outras características da população de adolescentes grávidas como estado civil, escolaridade, ocupação, menarca, atividades sexuais, tipo de parto, número de gestações e realização de pré-natal, Maria Joana Siqueira refere alguns números interessantes.
Números interessantes da Gravidez na Adolescência
Porcentagem de grávidas entre 16 e 17 anos
84%
Primigestas (primeira gestação)
75%
Freqüentaram o pré-natal
95%
Tiveram parto normal
68%
Menarca (1a. menstruação) entre os 11 e 12 anos
52%
Não utilizavam nenhum método contraceptivo
56%
Usavam camisinha às vezes
28%
Utilizavam a pílula
16%

A primeira relação sexual ocorreu*:
até os 13 anos
10%
entre 14 e 16 anos
27%
entre 17 e 18 anos
18%
entre 19 e 25 anos
17%
depois dos 25 anos
2%
Ideação Suicida em Adolescentes Grávidas

Gisleine Vaz Scavacini de Freitas e Neury José Botega (Unicamp) têm um estudo sobre ideação de suicídio em adolescentes grávidas. Estudaram 120 adolescentes grávidas (40 de cada trimestre gestacional), com idades variando entre 14 e 18 anos, atendidas em serviço de pré-natal da Secretaria Municipal de Saúde de Piracicaba.
Do total dos sujeitos, foram encontrados: casos de ansiedade em 25 (21 %); casos de depressão em 28 (23%). Desses, 12 (10%) tinham ansiedade e depressão. Ideação suicida ocorreu em 19 (16%) das pacientes. Não foram encontradas diferenças nas prevalências de depressão, ansiedade e ideação suicida nos diversos trimestres da gravidez.
As tentativas de suicídio anteriores ocorram em 13% das adolescentes grávidas. A severidade dessas tentativas de suicídio teve associação significativa com o grau da depressão, bem como com o estado civil da pacientes (solteira sem namorado).


Fonte: http://estudoscristaos.com/2007/11/gravidez-na-adolescncia.html

IMPULSOS SEXUAIS - COMO CONTROLÁ-LOS

As novelas, a propaganda, e a própria liberação sexual que estamos vivendo diferente dos padrões de Deus.

Você encontra na escola, em grupos de amigos, na vizinhança, afirmações como: - Ter relação sexual antes do casamento é normal!

- Virgindade é coisa ultrapassada!

E aí surge a famosa pergunta, fazendo pressão constante na mente:

- Por que não fazer o mesmo?

O fato de você ter impulsos sexuais não é errado. O problema está em como lidar com eles.

Muitos, para satisfazer os impulsos sexuais utilizam-se da masturbação, também chamada de auto-estimulação.


MASTURBAÇÃO É PECADO?

Na Bíblia você não encontra especificamente a palavra "masturbação", mas princípios relacionados ao assunto, os quais Deus deseja que levemos em consideração.

"... Qualquer um que até mesmo olhar para uma mulher com cobiça nos olhos, em seu coração já cometeu adultério com ela" (Mt 5.28 - Bíblia Viva).

"Não cobice a mulher do próximo" (Ex 20.17 - Bíblia Viva).

Ao se masturbar, o que vem à sua mente? Não é exatamente nesse ponto que começam os pensamentos e fantasias sexuais? Você acha que Deus aprovaria tal atitude? Ele mesmo diz que a intenção impura já nos faz pecar.

Em 1 Corintios 6.19 e 20 lemoS' .Será que vocês não aprenderam ainda que seu corpo é a morada do Espírito Santo que Deus Ihes deu, e que Ele vive dentro de vocês? Seu próprio corpo não Ihes pertence. Porque Deus comprou vocês por preço elevado. Portanto, usem todas as partes do seu corpo para render glória a Deus, porque o corpo Lhe pertence".

Com base neste texto, responda:

- Masturbando-se você estaria glorificando a Deus em seu corpo?

- Sua consciência não o acusa?

À luz dessa passagem, alguém pode achar que masturbação é algo que agrada a Deus?

Caso ainda reste alguma dúvida observe Romanos 14.22 e 23. Viu? Tudo que nos deixa em dúvida e não provém de fé, é pecado. Então...


COMO CONTROLAR OS IMPULSOS SEXUAIS?

Em Mateus 26.41, Jesus nos exorta: "Fiquem atentos e orem. De outro modo a tentação vencerá vocês".

A primeira atitude é vigiar. Portanto, você deve estar atento, como um sentinela na guerra. Ao perceber que determinada situação poderá levá-lo a pecar, não tente enfrentá-la, mas fuja!

"Tenha fé e' amor, e sinta prazer na companhia daqueles que amam o Senhor' e têm o coração puro" (2 Tm 2.22 - BV).

Ser tentado não é pecado. O pecado está em aceitar a tentação. Tiago 1.15 mostra os passos existentes entre o ser tentado e o pecar. Portanto, existe a possibilidade de, ao sermos tentados, não pecarmos.

A segunda atitude é orar. Reconheça seu pecado (Lc 18.13 e 14), confesse-o a Jesus e receba seu perdão, com base na promessa de 1 João 1.9 ("Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar oS pecados e nos purificar de toda injustiça'').

Aprenda a controlar sua mente. Quando seus pensamentos começarem a voar para as áreas de fantasias sexuais, faça como Paulo aconselha em Filipenses 4.8: fimem seus pensamentos naquilo que é verdadeiro, bom e direito. Pensem em coisas que sejam puras e agradáveis e detenham-se nas coisas boas e belas que há em outras pessoas. Pensem em todas as coisas pelas quais vocês possam louvar a Deus e alegrar-se com elas".


Aqui vão mais algumas dicas:

- Caso seu impulso sexual esteja "à flor da pele", não fique sozinho por longos períodos. Satanás pode facilmente trazer maus pensamentos à sua mente. Lembre-se do ditado: "Mente vazia, oficina do diabo".

- Pratique exercícios físicos, atividades esportivas ou projetos criativos para despender suas energias e desviar sua atenção de pensamentos eróticos.

- Procure ter como exemplo rapazes e moças que permaneceram na vontade de Deus em sua adolescência e foram recompensados por Ele. Compartilhe suas dificuldades com essas pessoas e aprenderá muito com as experiências que passaram, e das quais saíram vitoriosos.

Magali Leoto
Revista Lar Cristão - ano 13 - nº 50

Quando o Impossível Torna-se Possível

Livro - Quando o Impossível Torna-se Possível

O grande desejo de Deus é que você tenha um vida digna, que seja feliz e que tudo vá bem.
Quem colocou em nossa mente a idéia de que Deus só nos quer ver em prova? Há um projeto de vitória para o homem que 90% dos cristãos ainda não experimentaram, porque ainda não tiveram um relacionamento íntimo com Deus.
Talvez você precise de um milagre ainda hoje. Através desta leitura alguma coisa vai acontecer.

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Deus está a procura de uma pessoa que se entregue inteiramente ao Senhor. Se você é essa pessoa, este livro é para você.
Vamos ver à luz das Escrituras o que Deus faz com quem Ele escolhe para executar os seus designos.
Você pode ser desprezado, estar escondido, ser tímido, pobre ou indouto.
Mas se Deus achar em você o desejo de ser um instrumento de valor nas mãos de Deus, então se prepare, porque algo mais profundo vai acontecer em sua vida e ministério.


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Ao Deus Desconhecido

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Por Ele nós existimos, respiramos e nos movemos. Quantos ainda não sabem quem é Deus. Para muitos Ele é o “Deus Desconhecido”. Mas para os que crêem Ele é o Deus que abre as portas das cadeias e prisões. Quando reconhecemos Ele em nossos caminhos, os nossos filhos se convertem, o casamento é restaurado, a nossa vida espiritual se renova e a benção de Deus é completa.


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3 Elementos Operantes no Triunfo da Igreja

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Em um tempo de escândalos e de uma formalização da Igreja, aprendemos a viver em "Kahal" (do hebraico: comunidade), convivendo com as diferenças, compartilhando as boas novas, quebrando barreiras e preconceitos e aprendendo a adorar a Deus na beleza de Sua Santidade.


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Quantas bênçãos recebemos quando entregamos a nossa vida ao Senhor Jesus.

Somos convidados à sala do banquete, desfrutando de toda bondade divina.
Mas muitos não conseguem compreender a graça de Deus e vivem com um sentimento de Mefibosete, vendo a si mesmo como um "cão morto".
Ter o Senhor conosco é gozar de uma vida trasnformada na presença de Deus. Experimente isso ainda hoje.

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Talvez a melhor maneira bíblica de entendermos sobre administração seja olhando para o reinado de DAvi.


Meditando no Salmo 144 e fazendo uma análise empática sobre o rei dos judeus, podemos aprender um pouco mais a vencermos os percalços da vida em áreas distintas do nosso dia-a-dia.

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O Poder do Espírito Santo Sobre a Igreja

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Jesus disse: Recebereis poder.

Mas qual a definição da palavra poder? Qual a principal finalidade do derramamento do Espírito Santo sobre a Igreja?
Através dos "atos poderosos"do Espírito Santo esta mensagem lhe desafiará a ser uma verdadeira testemunha do Evangelho sobre a terra.

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O Vale de Lágrimas

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Nem sempre estamos descfrutando de uma vida plena em conquistas e triunfos. Há momentos que passsamos por terrenos arenosos, sendindo-nos como um lixo.
Como enfrentarr o "Vale de Baca"dizendo que o Nosso Redentor vive? A Bíblia nos ensina com transformarmos o choro e o gemido em fontes de água viva.
Mas cuidado: Esta mensagem lhe convida a alguns desafios.

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Reagindo nas Adversidades da Vida

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“Onde está o Deus que faz maravilhas?” Essa pergunta muitas vezes invade nossa vida. Toda vez que olhamos para trás, relembrando do nosso passado, das frustrações e derrotas, dos tempos que éramos mais prósperos, somos invadidos por um sentimento de amargura. Nesta mensagem você vai entender que tudo tem um recomeço. O “Desejado das Nações”, Jesus, é a sua esperança e alegria. O seu futuro ainda não está escrito e você pode começar a escrevê-lo agora, somente reagindo às adversidades da vida.


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Exercícios para evitar LER/DORT

Exercícios para evitar LER/DORT

Exercícios de Alongamento e Aquecimento Músculo-Articular
ATENÇÃO
- Execute os alongamentos mantendo uma regularidade, no mínimo três vezes ao dia, antes e depois do expediente; 
- Permaneça na postura de alongamento de 20seg. a 30seg. evitando balanceios que podem estimular o reflexo de contração ao invés o de alongamento;
- Direcione os alongamentos para a sua necessidade, para as regiões mais tensas de seu corpo;
- Respire calmamente e regularmente durante os exercícios;
- Exercite-se de forma a não sentir dor.
PESCOÇO
Faça movimentos com a cabeça como o sinal de “sim” e “não”. Gire a cabeça lentamente e alternadamente. Mantenha os ombros bem relaxados.
Obs.: Evite movimentar a cabeça para trás, pois pode provocar compressão dos nervos.







Incline cabeça para o lado direito com a ajuda da mão direita e depois para o lado esquerdo com a ajuda da mão esquerda. Mantenha em cada posição por 20 segundos. Repita 3 vezes cada lado.
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OMBROS
Em pé ou assentado, inspire fundo elevando os ombros como se quisesse encostá-los nas suas orelhas e expire soltando-os sobre o corpo. Repita três vezes cada sentido.Faça movimentos rotatórios no sentido frente-trás e depois trás-frente. Repita 3 vezes cada sentido.
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BRAÇOS
Direcione o cotovelo atrás da sua cabeça no sentido do ombro oposto e conduza-o para baixo com a mão oposta. Mantenha essa posição por 20 segundos. Repita 3 vezes cada braço.
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Com os braços atrás do seu corpo, entrelace os dedos, mantendo os braços esticados e os ombros relaxados. A cabeça e o tronco devem ficar retos. Afaste os braços do seu corpo, dentro do seu limite e mantenha nessa posição por 20 segundos. Repita 3 vezes.
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Estique os braços para cima e entrelace novamente os dedos .As palmas das mãos devem estar viradas para o alto. Mantenha nessa posição por 20 segundos.
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TRONCOS e COSTAS
Assentado ou de pé, passe um braço sobre a cabeça segurando o punho com a outra mão. Incline lateralmente alongando a parte lateral do tronco. Mantenha por 20 segundos. Repita 3 vezes cada lado.
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Sentado em uma cadeira, pernas um pouco afastadas, tente fazer uma rotação de tronco até que você consiga olhar para trás. Faça esse movimento para a esquerda e para a direita. Mantenha essa posição 20 segundos cada lado. Repita 3 vezes.
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Sentado, incline o corpo para frente tentando encostar as mãos no chão deixando a cabeça e o tronco sobre as coxas. Respeite o seu limite, desça até onde seu corpo permitir. Permaneça por 20 segundos nessa posição. Levante lentamente elevando suavemente a cabeça até a posição inicial.
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ANTEBRAÇO – MÃOS – DEDOS
Com os ombros relaxados, estique um braços mantendo-o elevado ligeiramente abaixo do nível do ombro, com a palma da mão voltada para fora como se estivesse fazendo o sinal de ”pare” .Puxe esta mão com a outra em direção ao seu corpo. Mantenha nessa posição por 20 segundos.Alterne o movimento com o punho dobrado a palma da mão para dentro e dedos para baixo. Faça estes exercícios nos dois braços. Repita 3 vezes cada lado.
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Gire o punho no sentido horário e anti-horário, os dedos devem estar relaxados.
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Una as palmas das mãos na altura do peito estendendo o punho. Faça esse exercício abaixando as mãos e separando as palmas sem separar os dedos.
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Entrelace os dedos e faça movimentos ondulatórios com eles e com os. Posteriormente, rode os polegares no sentido horário e anti-horário. A seguir, estenda os dedos de cada mão alternadamente. Faça 3 vezes cada movimento.
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MEMBROS INFERIORES
Dobre o joelho segurando o pé com a outra mão e puxe o calcanhar na direção das nádegas. Faça isso com cada perna, 3 vezes cada uma. Mantenha essa posição por 20 segundos.
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Coloque uma das pernas sobre um apoio que não seja muito alto. Estenda essa perna mantendo o pé reto com os dedos virados para cima. Incline o tronco para frente, mantendo as costas retas. Permaneça nessa posição por 20 segundos. Faça depois com a outra perna. Repita 3 vezes cada uma.
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Incline o tronco para frente apoiando as duas mãos à parede ou uma mesa. Dobre uma perna e estique a outra para trás de modo que o calcanhar não saia do chão. Projete o corpo para frente até que sinta alongar a perna esticada. Mantenha essa posição por 20 segundos e faça o mesmo com a outra perna. Repita 3 vezes com cada uma.
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Com a mãos apoiadas sobre uma mesa, estique os braços descendo o tronco e mantendo as costas bem retas. As pernas devem permanecer esticadas e os pés paralelos, afastados na largura do quadril. Mantenha essa posição por 20 segundos. Repita 3 vezes.
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"Sempre que puder, relaxe, respire fundo e espreguice bem"
Referências Bibliográficas
1-COUTO, Hudson Araújo. Saúde e Trabalho. Editora Asta Médica, s.d .
2- MENDES, René. Patologia do Trabalho. Editora Atheneu, Rio de Janeiro, 1995.
3-MINAS GERAIS. Tribunal de Justiça. Diretoria Geral. Manual de Postura e Atividade Física no Trabalho. Belo Horizonte, 1998.
4-OLIVEIRA, Crysóstomo Rocha de. Manual Prático de LER. Lesões por Esforços Repetitivos. 2ª edição, Belo Horizonte, Editora Health, 1998.
5-PITANGUY, Valéria. Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho(DORT) ou Lesões por Esforços Repetitivos(LER). Apostila do Curso de Graduação e Terapia Ocupacional, Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, mimeografado [Belo Horizonte], [FCMMG], [2d].
6-TROMBLY, C. Terapia Ocupacional para a Disfunção Física, 2ª edição, Editora
Santos, São Paulo, 1989.

Falcão diz que sua vida era vazia sem Cristo


Alessandro Rosa Vieira, mais conhecido como Falcão, nasceu em São Paulo, no dia 8 de junho de 1977, é o jogador brasileiro de futebol de salão. Ganhou o apelido em homenagem ao ex-jogador de futebol de campo Paulo Roberto Falcão, que jogou no Internacional de Porto Alegre, Roma e São Paulo.

Iniciou sua carreira no futsal defendendo o Corinthians no ano de 1992. Sua incrível habilidade logo lhe rendeu uma vaga na Seleção. Em 2004, Falcão foi eleito pela FIFA como o melhor jogador de futsal do mundo.

Após uma breve passagem pelo futebol de campo, inclusive com participação na Copa Libertadores de 2005 pelo São Paulo Futebol Clube, Falcão retornou as quadras e atualmente defende a equipe Malwee/Jaraguá, de Jaraguá do Sul, time campeão da Liga Futsal 2005 e 2007.

Este Falcão campeão e eleito o melhor do mundo se converteu ao evangelho e conta como foi esta experiência e como está sua vida…

Nada aconteceu de extraordinário que me levasse a Jesus, foi uma necessidade que senti quando visitei uma igreja. Foi um momento especial, onde cada palavra daquela noite mostrou-me coisas que eu não conhecia e dando vontade de voltar e nunca mais sair.

Antes disso, minha vida era vazia, onde o que valia para mim era fama. E dentro disso acabava tratando a vida com valores inexistentes. Depois que tive um encontro com Cristo tudo mudou, hoje os meus valores são outros, vejo o ser humano de forma diferente aprendendo que somos todos iguais, perante o Senhor.

Quando conhecemos a Jesus Cristo, aprendemos que a nossa vida é muito vazia sem o Senhor. E que com Jesus Cristo tudo se torna fácil de renunciar.

Na minha vida profissional as atitudes mudaram naturalmente, pois, continuo cobrando do árbitro, mas com palavras respeitosas e durante a partida acontecem coisas naturais de jogo que hoje eu encaro de forma diferente. Também houve uma grande melhora no número de cartões.

No meu grupo de trabalho a aceitação da minha nova vida, como cristão, foi grande e o respeito também. Todas as pessoas têm o interesse de saber o porquê da minha mudança. Devagar vou trazendo-os para conhecer a nossa abençoada Comunidade para que possam ser abençoados como eu e minha família estamos sendo.

Atualmente, eu me considero uma pessoa totalmente feliz, pela família que eu tenho e por ter conhecido a Jesus Cristo como Senhor e Salvador da minha vida.

Para o futuro, meu desejo é conhecer cada vez mais a palavra de Deus e tenho certeza de que tudo acontecerá naturalmente.

Para as pessoas que desejam seguir a Cristo e não encontram força para prosseguir em frente a sua decisão, eu peço que elas apostem na salvação em Cristo, pois, eu vivo esta experiência e tenho a certeza que é o melhor caminho.

fonte: Atletas de Cristo

JOGADOR NEYMAR (SANTOS) DIZ SER DIZIMISTA FIEL

Em entrevista publicada pelo jornal Estadão o jogador e estrela do Santos Futebol Clube, Neymar falou um pouco de sua história, início da carreira e religiosidade.
Na reportagem, o atleta brincou ao lembrar seus primeiros salários como jogador profissional chegando aos números atuais que, recebendo do clube da baixada mais seus patrocínios, podem chegar até R$ 400 mil. Garante, porém, que 10% é do dízimo.
Desde pequeno, Neymar é freqüentador da Igreja Batista Peniel, de São Vicente. O pai e empresário do jogador, que também se chama Neymar, conta ainda que a cada jogo, Neymar (Júnior) entrava em campo sempre com sua faixa com os dizeres ‘Jesus’ na cabeça. O adorno não pôde mais ser utilizado no futebol profissional.
“O primeiro salário dele (Neymar) foi R$ 450. Fizemos esse primeiro contrato dele no Santos e minha mulher pegava os R$ 45 e devolvia o dízimo todo mês. OK, ainda sobravam uns R$ 400 para pagar as contas. Daí ele passou a ganhar R$ 800. Tá bom, entrega R$ 80… Só que Deus começa a te provar, né? Pegamos R$ 400 mil. Caramba, meu, como vamos ‘dizimar’ R$ 40 mil? É um carro! Cara, mas daí você pensa que Deus foi fiel. Pum, dá R$ 40 mil! Mas daí vieram ‘xxxxxx’ reais. Meu Deus, não quero nem saber, ‘dizima’ logo (risos). É… Deus te prova no pouco e no muito”, conta o pai do atleta.

Trechos da entrevista publicada pelo jornal Estadão:


Dói abrir mão de R$ 40 mil?
Para Deus, nada dói. E acho legal. A gente conhece bem o pastor da Peniel. Faz dez anos que estou lá e agora estão ampliando a igreja. Acho que se a gente acreditar em Deus, as coisas vêm naturalmente. Deus me deu tudo: dom, sucesso…
Falando nisso, qual é a parte chata de fazer sucesso?
Ah, não tem parte chata. Eu acho que é sempre legal.
Já foi vítima de racismo?
Nunca. Nem dentro e nem fora de campo. Até porque eu não sou preto, né?
O que gostaria de poder comprar que ainda não tem?
Queria um carrão.
Mas você acabou de comprar um Volvo XC-60, por R$ 140 mil, Não é um carrão?Ah, é, mas queria uma Ferrari. Nunca andei.
Gosta de viajar?
Gosto de ir para outros lugares, mas não gosto de viajar, não. É chato ficar dez horas dentro do avião. Você anda para lá e para cá e nunca chega.
Qual o lugar que mais gostou de conhecer?
Os Estados Unidos. Fui para Nova York e Los Angeles. É tudo é diferente, né? A rua, o cheiro. Fui também para Catar, México, Nigéria.
Para onde gostaria de ir?
Hmmm… para a Disney. Gosto de parque de diversões, brinquedos radicais. Tenho medo, mas eu vou. Ah, e Cancún também. Não surfo, mas pego um “jacarezinho”.
Já tirou seu título de eleitor?
Não tirei. Nem queria, mas vou ter que tirar.
E até onde quer chegar como jogador de futebol?
Quero ser o melhor do mundo
Fonte: O Estadão.
Neymar, 17, afirma ter Robinho como inspiração em campo, mas enxerga em Kaká o exemplo de conduta fora das quatro linhas. Revelação do Santos, o atacante se diz vacinado contra deslumbramentos, algo corriqueiro na carreira de estrelas recém milionárias, e segue os passos do craque do Milan, reforçando a linha dos jogadores a serviço de Deus.

Neymar faz o perfil de um atleta evangélico: participa de ações filantrópicas, diz que jamais assinará contratos com empresas de bebidas alcoólicas quando alcançar a maioridade, vai à igreja pelo menos uma vez por semana, evita baladas noturnas, e prefere encontros com amigos em restaurantes ou mesmo em casa, a exemplo de Kaká.
“O Kaká é uma pessoa simples e que joga muita bola”, resume Neymar“O Neymar leva a vida da mesma forma como era antes. Lógico que agora fica difícil às vezes ele ir, por exemplo, aos cultos de domingo pela manhã, até porque ele tem viajado bastante com o Santos. Mas ele continua integrando ‘células’ [grupos que visitam pessoas para apresentar a palavra de Deus]“, contou Santos ao Pelé.Net.

Ao contrário de Kaká, integrante da Renascer em Cristo, Neymar é fiel da Igreja Peniel. A diferença para por aí. Ambos adotam comemorações idênticas, com os braços erguidos e os dedos apontados para o céu.
Quando estreou no Santos, Neymar havia combinado com Madson de fazer coreografia de funk assim que marcasse seu primeiro gol no profissional. A promessa foi cumprida. Desde então, Neymar trocou passos de funk por ritmos evangélicos nas comemorações.
No primeiro gol do Santos na vitória sobre o Palmeiras, 2 a 1, nas semifinais do Estadual, no Parque Antarctica, Neymar, Roberto Brum e Madson promoveram comemoração evangélica, cujo refrão da música é “para direita, para esquerda, para frente e para trás”.
“A mãe dele é uma pessoa muito ligada a Deus e que sempre incentivou o Neymar aos cultos. Ele ainda tem a sorte de contar com amigos dentro do elenco do Santos que também são religiosos. Eu sei que o Neymar tem cabeça boa para encarar o sucesso e deslumbramento”, acrescenta Neymar Santos.
Mesada e “sermões” do pai
Neymar se tornou milionário sobretudo após negociar parte de seus direitos econômicos ao grupo Sonda. Mesmo assim, ele consulta a família para qualquer movimentação financeira, desde gastos simples, como sacar dinheiro para almoçar no restaurante, até grandes investimentos.
Recentemente, o atleta comprou uma cobertura em Santos. O jovem ainda conta com uma “mesada” do grupo Sonda para despesas fora do clube.
O controle dos pais sobre Neymar vai além. Pouco após estrear no profissional do Santos, Neymar foi aconselhado a recusar convites dos amigos para “peladas” na praia, assim como ouviu para que não fosse de bicicleta à casa dos amigos. Neymar, 17, ainda não possui carteira de habilitação. Qualquer contusão na praia ou queda da bicicleta poderiam prejudicar o rendimento nos gramados, diz o pai.
Fonte: Pelé Net

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Que Deus continue lhe abençoando grandemente, em Nome de Jesus.

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Adorando a Deus

Uma das mais lindas palavras, com um significado tão nobre e maravilhoso, a adoração faz parte das primeiras expressões que formam o novo vocabulário e vida do discípulo.

Ela é alvo de nossa profunda busca, e sempre reconhecemos que podemos ir mais além, "mergulhar" nas águas profundas do Espírito.

Conversando certa vez com nosso amado Daniel Souza, ele me disse algo que já estava em meu coração, mas, sem dúvida alguma, me trouxe uma clareza bem maior sobre o processo da adoração em nossas vidas: ADORAÇÃO É UMA REAÇÃO!

Refletindo sobre isso, compartilho alguns aspectos importantes que refletem na vida de um verdadeiro adorador.

Somente adoram a Deus, homens submissos.

Sem submissão, ninguém pode adorar a Deus! Para Deus, é realmente importante a nossa decisão de submissão. Desde o começo fomos criados com esse objetivo. Antes da queda do homem, em Gênesis cap. 1, este tinha um posicionamento natural de submissão a Deus.

Depois da queda porém, essa decisão não é refletida naturalmente em nossas vidas. Quando entregamos nossas vidas a Jesus, quando Ele passa a ser o Senhor, retornamos para a vontade de Deus. Para o Seu governo. É por isso que chamamos Jesus de "Senhor".

Para Deus isto importa tanto, que Jesus foi enfático para aqueles que dizem o conhecer, mas não o obedecem, conforme Lucas 6:46: "Por que me chamais: Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando"?

Temos exemplos na Bíblia de homens que foram obedientes e de homens que não foram. Um dos mais lembrados por todos nós foi o de Saul. Saul foi o primeiro rei de Israel. Em 1º Samuel 11:6, a palavra diz que o Espírito de Deus se apossou de Saul.

Ele tinha, portanto, todas as condições não somente para ser um rei bem sucedido, mas para ser um amigo de Deus. Que cooperador de Deus teria sido Saul! Ele foi o primeiro rei da história de Israel! No entanto, em algum momento, sua "visão" de reino, não foi a visão que Deus havia orientado.

Deus não pode levar o seu projeto adiante com pessoas que não o obedecem. Ou que julgam o que é certo ou errado. No caso, foi o modo como procedeu Saul, cf. 1º Sm. 13:11-12.

E eu e você? Como estamos na avaliação de Deus? Andando em obediência, ou "sugerindo" a Deus a maneira como devemos andar?

Espero, sinceramente, que estejamos nos submetendo completamente a Ele, porque se não estamos vivendo essa realidade, estamos vivendo apenas uma vida religiosa, e não o compromisso pelo qual fomos chamados por Deus.

"Porque dele, por meio dele, e para ele são todas as coisas. A Ele, pois, a glória eternamente. Amém!" Rm. 11:36

Cada um de nós tem diante de si situações que apontam para uma decisão. E é aí que se expressa a adoração na prática. Não somente com nossos salmos, cânticos e palavras.

Ainda sobre submissão a Deus, vimos ante um exemplo de alguém (Saul) que não honrou o chamado de Deus, não submeteu-se.

Cada um de nós tem diante de si situações que apontam para uma decisão. E é aí que se expressa a adoração na prática. Não somente com nossos salmos, cânticos e palavras.

Mas (e principalmente) com o nosso firme posicionamento em descansar na vontade de Deus. É esta atitude que vai fazer refletir em nós a verdadeira adoração.

Já que estamos analisando o livro de 1º Samuel, não poderíamos deixar de observar a vida de Davi. Afinal de contas, este é aquele de que a Bíblia diz "um homem segundo o coração de Deus".

A razão para que Davi tenha sido considerado assim, é que ele conhecia e REconhecia a autoridade de Deus. Ele entendia que todas as coisas estavam sob o controle de Deus.

Davi faz diversas menções sobre isso: "Teu Senhor é o poder, a grandeza, a honra, a vitória e a majestade; porque Teu é tudo quanto há no céu e na terra; Teu Senhor é o reino e Tu te exaltaste por chefe SOBRE todos." 1 Cr. 29:11

Que rei era Davi! um rei que buscava em primeiro lugar o reino de Deus e a Sua justiça, e que reconhece que tudo pertence a Deus.

Trazendo para a nossa realidade, toda a nossa esfera de atuação deve ser completamente submetida a Deus. Família, o meu "EU", trabalho, estudos, ministérios, tudo isto centralizado em Deus!

Ele é quem sabe e toma as devidas decisões. Não tomamos nenhuma decisão sem a autorização de Deus. Fomos chamados a viver este padrão de vida.

Quando nos deixamos reinar, quando isso é o alvo do nosso coração, aí surge a reação! Aí fluirão de nossas vidas salmos de louvor, como os que fluíram da vida de Davi!

Hoje em dia, homens e mulheres tem sido levantados por Deus para levar a bandeira da Sua adoração. Sendo assim, é necessário que cada um de nós, discípulos de Jesus, que recebem esse chamado, seja exemplo de submissão a Deus, através do reinado de Jesus.

Do contrário, estaremos com o foco errado. Estaremos buscando o "fogo" de Deus sem deixar que esse fogo, que é a presença do Espírito Santo tome o devido e real lugar em nossos corações.

Estaremos "coando mosquitos e engolindo camelos". Nos preocupando com rituais e não com a verdadeira mudança de Deus em nossas vidas através do Seu governo.

Todos nós que somos discípulos de Jesus não nos deixemos levar por nenhuma direção que não se volte para o Senhorio de Cristo em nossas vidas! Não deixemos o pecado fazer parte de nosso cotidiano porque muitos o tem aceito!

E isto subirá como aroma suave a Deus! É verdadeira adoração. E assim, vamos cooperar com Senhor Jesus para que outros sejam impactados com o Seu Senhorio também.

"Eu amo os que me amam. Os que me procuram me encontram" Pv.8.17

Os adoradores são íntimos de Deus!

Ninguém consegue expressar um amor muito profundo por alguém que não conhece ou não ouviu falar. Podemos até, por fruto do Senhor Jesus em nós, refletir para as pessoas que não conhecemos amor, mas não será como expressamos para aqueles que convivem conosco.

Se eu, ao conhecer uma pessoa, conversar por breves cinco minutos com ela, terei mais liberdade e haverá uma possibilidade muito maior de expressar o meu amor por ela.

Acontece que nestes cinco minutos, ainda que cinco minutos, eu me tornarei mais ÍNTIMO desta pessoa.

Uma vez, fui a um programa de rádio para anunciar o programa que eu começaria a fazer. O radialista daquele programa não me conhecia, mas durante meia hora intercalada por cânticos, conversamos. No final de seu programa, ele disse aos ouvintes: "Então, a partir de tal data e tal horário, o Samir, este irmão que já aprendi a amar, terá o seu programa..."

O que aconteceu? Aquela meia hora foi tempo suficiente para que nós nos conhecêssemos e, de antes desconhecidos, agora já estávamos simpaticamente contando com a amizade um do outro.

A adoração a Deus, da mesma forma, vai se manifestar em nossas vidas, de acordo com a intensidade que zelamos pela intimidade com Deus. Se buscamos pouco, pouco refletirá adoração em nós. Se buscamos muito, certamente conheceremos mais ao nosso Deus. A Sua palavra nos diz: ..."os que me procuram me encontram." Pv. 8.17 .

Às vezes, há uma confusão, porque algumas pessoas pensam que à partir da nossa conversão nossa intimidade com Deus já é plena e suficiente.

De fato, quando nos convertemos a Cristo, automaticamente temos comunhão com Deus. Mas intimidade é fruto do quanto queremos conhecer, ouvir, saber, aprender de Deus. Se eu ler a palavra, lá Deus irá se revelar a mim. Se eu orar e perseverar nessa atitude, estarei mais sensível à Sua voz. É um processo, sem dúvida, natural.

Dos doze discípulos de Jesus, um se destacava na intimidade com o Senhor. Este era João. Ele era tão íntimo do Senhor, que inclinava a cabeça no peito do Mestre para O ouvir(Jo. 13.25 e 21.20). Acredito que o Senhor não orientava aos seus discípulos a fazerem isto. Esta era uma atitude de João! Por outro lado, sempre que Jesus ia a algum lugar e não iam todos os seus discípulos, em geral três o acompanhavam: Pedro, Tiago e JOÃO.

Portanto, intimidade com Deus é fruto prático na vida de uma pessoa. Quem se direciona até Deus, acaba conhecendo mais a Deus, mais DE Deus. E quem O conhece mais O ama mais por vê-Lo como Ele realmente é. A pessoa que assim anda, acaba se rendendo completamente a Ele e se deixando reinar por Cristo. A adoração então, fluirá.

Com qual dos doze discípulos de Jesus queremos ser parecidos no que diz respeito a intimidade com o Senhor Jesus?

Samir Machado
Fonte: Adorar.net

Adoração: Um estilo de vida

“Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e verdade”. João 4.23,24.

Por muitos anos tenho aprendido e ensinado sobre adoração e, cada vez mais, reconheço que esse é um assunto sobre o qual o Espírito de Deus precisa nos ensinar muito mais. Desde o início de meu ministério me deparei com essas palavras de Jesus. O Espírito Santo abriu meu coração para buscar um entendimento mais amplo dessa verdade. Tenho um profundo desejo de vivê-la, pois, Jesus afirmou que é exatamente isso que o coração do Pai procura.

Entendo que Deus não busca adoração, pois, dela o céu está repleto. Compreendo, pela Palavra, que Deus procura adoradores mais que adoração e que eles o façam em espírito e verdade.

Este artigo não pretende ser um tratado completo sobre esse assunto. Mas, sim, uma reflexão de um coração que a cada dia diz ao Pai: “Eis-me aqui Senhor, quero ser um entre os adoradores que procuras. Quero ser encontrado por Ti, ó Pai, no meu viver, no meu lar, no meu ministério, dia após dia, onde eu estiver; e que tu possa contar comigo como teu adorador”.

Quero, com todo o amor, projetar aos que trabalham nessa área da vida da igreja a minha experiência como adorador, músico, compositor e produtor. Será a palavra de quem, por muitos anos, tem participado nesse setor da vida da igreja local como na extra local. Palavra dirigida a todos aqueles que servem a Deus nesse campo, buscando ajudar aos que procuram, como eu, serem verdadeiros adoradores.

A Semente

Desde pequeno cresci em uma congregação evangélica, onde aprendi que a adoração a Deus era uma forma diferente de se cantar. Quando nos reunimos nos cultos havia um tempo inicial dedicado ao cântico de “corinhos de adoração”, visando preencher o espaço em que as pessoas chegavam e se preparavam para participar do encontro. Durante o culto os hinos eram cantados pelo hinário, os testemunhos eram apresentados e a Palavra era ministrada. Assim, por muito tempo, o conceito que eu possuía de adoração limitava-se ao que fazíamos nos momentos que antecediam ao culto.

Assim como eu, muitas pessoas devem ter recebido esse ou outros conceitos não corretos de adoração, levando-as a um enfoca a adoração como uma forma, um estilo, ou um espaço de tempo a ser preenchido.

Para muitas pessoas adorar é um ato contemplativo que busca uma aproximação maior a Deus. Era, assim, que os monges medievais compreendiam. Uma contemplação de Deus, feita na vida reclusa que levavam, em total separação do mundo exterior. Assim, passavam grande parte de suas vidas em celas solitárias, confinados em clausuras, contemplando e adorando a Deus. Não digo que tais conceitos estejam de todo errados, porém afirmo que adoração é algo que vai muito além de formas ou expressões estereotipadas, pré-determinadas pelo tempo, espaço e estilo.

Tudo isso, entretanto, expressa uma grande verdade, a adoração começa com a busca que um ser humano faz para estar diante do Deus Criador. Adoração é fruto de uma “semente” que Deus plantou no coração do homem ao criá-lo (Gênesis 1.26,27). Antes que o diabo plantasse a semente do joio da rebelião e da desobediência, Deus já semeara a sua preciosa semente – sua imagem e semelhança – ao soprar-lhe o fôlego de vida (Gênesis 2.7). É a presença dessa semente divina que leva o homem a buscá-lo. Em cada pessoa que nasce a semente se faz presente e a acompanhará por toda a sua vida. Desde as mais longínquas civilizações que temos conhecimento, o homem, de diferentes formas, buscou a Deus, até mesmo não tendo noção das dimensões do que fazia. Ao estudarmos qualquer uma das culturas da humanidade veremos que existiu, em todas, uma centralização na busca do divino, do desconhecido, do sobrenatural, da razão de existir, do santo e do ser. Quando um nativo se prostra diante do sol, em seu interior há uma procura de Deus. Quando os pagãos fazem seus sacrifícios a diferentes divindades e entidades, revela-se uma busca incessante daquele que o criou.

O diabo sabendo da existência dessa semente procurou fazer com que o homem se satisfizesse com mentiras e ilusões. Assim ele quer, nas mais diferentes seitas e religiões, transferir o poder de Deus para distintos espíritos enganadores. Ele tenta anular o poder do sangue de Cristo usando o sangue de animais e de aves. Entretanto, nada disso, nem mesmo outros sofismas demoníacos podem anular, substituir ou satisfazer a “semente” que está na pessoa humana. Nem mesmo qualquer ídolo moderno como o dinheiro, conforto, lazer e prazeres poderão fazê-lo.

Em Efésios 1.5,12,14 há a afirmação de que o homem foi criado para glória de Deus. Deduzimos, assim, que o homem foi formado para ser um adorador do Deus vivo, único e verdadeiro, que o criou. O homem vive para ter comunhão com o Deus, eterno e único. A “semente” pode estar nele adormecida, mas não lhe poderá ser tirada.

A adoração se expressa através de nós quando nos voltamos para Deus, reconhecendo o que ele é, o que ele representa para nós e, conseqüentemente, quando entregamos-lhe o que somos e o que temos, para que tudo redunde em glória ao seu nome.



O porquê da Adoração

O relato de Mateus 4.10 sobre a tentação de Jesus, apresenta a resposta de Jesus ao diabo: “ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto”. Jesus usou as palavras de Êxodo 20.4,5 onde se encontra a ordem de Deus ao povo de Israel de que, só a ele, deveriam adorar e prestar culto. A constante vontade de Satanás é roubar o que só a Deus é devido – a adoração e o louvor. Mesmo sabendo que fomos criados para o louvor e glória do Deus vivo [“a fim de sermos para louvor de sua glória, nós, os que de antemão esperamos em Cristo” - Efésios 1.12], o inimigo busca de todas as formas, deturpar o culto a Deus, limitando-o à formas e costumes, amoldando-o à cultura e aos padrões humanos, impedindo que se expresse o desejo do coração de Deus.

A adoração que Deus esperou do povo de Israel ele, agora, procura encontrar na vida da Igreja. Sutilmente, a idolatria com seus ídolos, em diferentes formas, infiltraram-se no culto da cristandade, corrompendo o entendimento dos líderes e do povo que lhe pertence.

Ao longo dos anos, tanto a forma de culto, tanto a pagã como a judaica, centralizou-se nos templos. A fé cristã lançou a noção de que os discípulos de Jesus são templos vivos, onde Deus habita. A Palavra declara: “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” (I Coríntios 3.16). Muitas vezes essa noção foi perdida, e o povo de Deus tornou-se dependente do sacerdócio daqueles que, comumente, são denominados: “ministros de louvor”. Com isso, perdeu-se a espontaneidade de cada pessoa adorar e louvar individualmente. Parece-nos que voltamos ao tempo em que, para haver adoração, era preciso ter locais próprios para isso, um sacerdócio especial, imagens e ídolos, intermediando o louvor a Deus. Perdeu-se a noção dada os remidos da “intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo o grande sacerdote sobre a casa de Deus, aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado da má consciência e lavado o corpo com água pura” (Hebreus 10.19-22).

Hoje, o Pai está restaurando toda a verdade e, em especial uma viva vida de relacionamento dos seus filhos com ele. Assim, toda a intermediação está encerrada, pois, Jesus Cristo é o único intermediário entre os salvos e o Pai Salvador. Por todo o mundo está surgindo um novo culto de verdadeira adoração àquele que disse: “ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14.6). Quando Jesus focaliza ao Pai, ele focaliza a si mesmo, pois ele disse: “Quem me vê a mim vê o Pai” (João 14.9) e, também, focaliza o Espírito Santo – “o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome” (João 14.26). A Trindade Santa deve ser o único foco da verdadeira adoração.

Por diversas vezes já fiz a pergunta: porque devemos adorar a Deus? Essa pergunta invade o meu coração, pelo fato de entender que Deus é suficiente em si mesmo. Sua grandeza e majestade possuem o mais alto grau de expressão. Para Deus ser completo ele não necessita do que lhe possamos ofertar; ele não precisa de nossos sacrifícios de louvor e adoração para se rejubilar e se sentir feliz; ele não requer nosso amor para sentir-se amado, pois nele está a fonte do verdadeiro amor. “Deus é amor” define João (I João 4.16). Antes de nos criar, ele já existia em sua plenitude e era completo com o Filho e o Espírito Santo. Juntos participavam da plenitude eterna. Eis a razão de dizermos que o Pai não se preocupa com a adoração, mas, sim com os adoradores.

Para Deus ser completo não necessita do que lhe possamos ofertar; nem de nossos sacrifícios de louvor e adoração para ter alegria e sentir-se feliz; ele não precisa de expressões de amor para sentir-se amado, pois, ele é o próprio amor (I João 4.8). Antes de nos criar, ele já existia em sua plenitude e era completo com o Filho e com o Espírito Santo. Perfeitos em unidade eles participam de uma eterna plenitude. Juntos, são a plenitude em todas as coisas, inclusive de toda adoração, alegria e júbilo. Eis a razão de pensar de que o Pai não procura adoração, pois a adoração preenche todo o céu. O profeta Isaias diz: “eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo. Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas; com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia de sua glória” (Isaias 6.1-3). Os céus estão repletos de adoração, Deus procura por filhos que o adorem.

Quando medito sobre isso, vem ao meu coração que, acima de tudo, existe algo na adoração que é de importância vital, não para Deus, mas, para os adoradores. E, se ele procura adoradores é porque o seu amor quer que as suas criaturas, na terra, participem de uma preciosa comunhão com o seu Criador. É a atitude da criatura, em seu livre arbítrio que determinará ser ou não um adorador. Deus nos deixou com essa opção. Ele que governa todas as coisas poderia ter feito o homem como um adorador nato, tal como os anjos são. Mas, assim não fez, porque quer uma adoração que parta, livre e espontaneamente, do coração humano.

Deus nos deixou a opção de adorar ou não adorá-lo. Ele que tem em suas mãos todo o governo poderia fazer com que toda a criação fosse de adoradores, tal como são os anjos no céu. Mas, ele não fez assim, deixou-a livre para fazer uma ou outra coisa. O adorador é aquele que faz uma opção por Deus, opta por Jesus como seu salvador e pelo seu reino; opta em ter uma livre comunhão com Deus, que não é imposta pela vontade divina, mas é uma livre opção de amor! A parte de Deus sempre é perfeita e completa, seu amor é inquestionável, mas, ele espera uma atitude recíproca de nossa parte. A verdadeira adoração é uma opção do nosso amor abrindo-se ao amor de Deus!

Qual é nossa opção? Deus governa sobre todas as coisas, mas deixa-nos adorá-lo ou não. A atitude correta é amá-lo e adorá-lo! A adoração é algo que satisfaz e alegra o coração de Deus, mas beneficia também o adorador, pois esse, ao optar em agradar a Deus, cumpre a sua parte nesse enlace de amor. A adoração sempre emana do amor. É o amor que lhe dá conteúdo. E, como Deus quer ser amado por nós! O que dá eficácia à adoração é o amor. Ele dá conteúdo a nossa adoração e expressa, de forma bem clara, a aliança e o compromisso que temos para com Deus e o seu reino eterno.

Amar a Deus acima de tudo

“Eu amo o Senhor, força minha” (Salmo 18.1).



O que deve caracterizar o adorador não é a sua maneira de cantar e louvar, mas, sim, o profundo amor para com Deus. O que mais me chama a atenção nas vidas de homens como Abraão, Davi, os profetas e os discípulos de Jesus, é o profundo amor que deles fluía para com Deus. No Salmo 18.1



Davi expressa: “Eu te amo, ó Senhor”. Jesus externou o seu incondicional amor ao Pai, através de um viver inteiramente voltado à obediência. O amor ao Pai enriqueceu sua vida de devoção, adoração, submissão e, principalmente, na obediência e sacrifício – “A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra” (João 4.34).



Quando falo sobre o amor, falo do amor “de Deus derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (Romanos 5.5), amor que nos leva a uma comunhão que nada deste mundo pode quebrar.



Paulo, em Romanos 8.35, faz uma pergunta:: “Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou a perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?”, e concluí nos versículo 38 e 39: “Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as cousas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem as alturas, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”.



Se esse amor está em nós, nosso coração transbordará em louvores.



Entendo que esse amor do qual Paulo fala é um amor sobrenatural, que é a expressão da presença do Pai que vive em nós. É esse amor que nos compele a amá-lo acima de todas as coisas. A prescrição de Moisés ao povo sob sua liderança foi: “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus” (Deuteronômio 11.1).



É pela graça que, agora, nós podemos amar a Deus através do Espírito Santo. A minha constante pergunta é: O que é amar a Deus e, quanto eu o amo?” O nosso amor é provado quando passarmos por provações. Por exemplo: Quando não estamos bem financeiramente, isto interfere no nosso amor? Interferindo, então, precisamos rever os fundamentos nos quais edificamos o amor que dedicamos a nosso Pai Celestial.



Adoração é uma resposta dada ao constante amor de Deus por nós. Esse amor deve ser incondicional, tal como foi o amor de Abraão para com Deus, dispondo-se entregar, em um sacrifício, o seu próprio filho. Foi, assim, da mesma forma e com a mesma intensidade de amor para conosco, que Deus deu ao seu próprio Filho para nos substituir no holocausto da cruz

Asaph Borba